Inferno Particular
Divagando pelas minhas idéias e pensamentos,
Avisto logo adiante uma nova porta se abrindo
Que me acolhe instantaneamente,
Num ato de pura agressão...
E quando dou por mim
Me vejo num inferno particular.
Agonizando por algo premeditado,
Ânsiando por desejos incontáveis
Uma voz estremecia meus ouvidos,
Me dizendo algo, simplório...
Enquanto meus olhos vão se omitindo.
Ouço barulho de corvos,
Começo a suar frio,
Meu corpo se levita, em mansidão...
Enfim, caio num abismo.
Então, meus olhos se abrem...
E quanto aos corvos,
Estão a minha espera, lá em baixo.


2 Comments:
pai, muito macabro.
mas bonito ^^
amo-te infinitamente
"Inferno Particular" Fico pensando nisso as vezes o.O
Gostei do poema .
=*
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